O que faz o texto é o seu movimento.

O Primeiro encontro foi num bar da tradicional boemia de Belo Horizonte, o Pelicano, que estava situado na avenida Augusto de Lima, no edifício Malleta, desde de 1962, e encerrou as atividades depois desse evento histórico, encabeçando a lendária lista de bares foram fechados após a visita etílica dos Impublicáveis.

Primeiro encontro é assim mesmo, muita coisa para falar e uma preocupação em ouvir, mas na hora a gente acaba se embaraçando e jogando fora o que poderia ser um relacionamento de muitos anos. Por isso, não nos preparamos para o encontro, resolvemos descobrir se a química também acontece na literatura. Pra começar, todos estavam de All Star, sem ter combinado, é claro; depois foram os gostos literários parecidos, as expectativas e quando tudo parecia caminhar para o matrimônio, optamos por uma despedida de solteiro sem data para acabar.

Estamos sós em relação às regras que definem quem é o escritor, quem é o leitor, quem é o leitor que escreve e o escritor que lê, mas estamos juntos pela literatura.


Myself

Curta-tragem que conta a história de Cláudio, que vai pela primeira vez ao sítio que herdou de seu pai. Ao divagar pelos cômodos da casa, acaba se deparando com a verdadeira e insólita história de seu passado, mudando todo o sentido de sua vida.


Apresentação do Livro Oficina do Diabo de Robert de Andrade


Maxs Portes: O sapo que é o tal

Maxs Portes (Caratinga, 14 de outubro de 1944) é um jornalista, poeta, artista plástico, publicitário e escritor brasileiro.

Cursou artes gráficas em Paris, onde residiu por dois anos. Foi diagramador do Suplemento Literário do Minas Gerais, do Ars Media (Fundação Palácio das Artes), da Revista Poesia, do jornal O Lutador e editor institucional da Emater-MG.

Concluiu o bacharelado em produção editorial no Centro Universitário de Belo Horizonte (UNI-BH), onde se pós-graduou em Mídia Eletrônica: Rádio e TV. É colaborador de vários jornais e revistas nacionais, com publicações esparsas em diversos países.

É colaborador de vários jornais e revistas nacionais, com publicações esparsas em diversos países. Com todo o seu talento, o ilustre caratinguense, jamais esquecendo de sua cidade, publicou Memórias da Casa de Dentro — uma prosa poética narrando trechos de sua vida e de alguns caratinguenses com os quais conviveu. Tal livro foi uma Edição comemorativa dos 21 anos em que afastou-se de Caratinga para caminhar pelo mundo; tendo recebido o Prêmio Cecília Meireles, da Academia Brasiliense de Letras, apoio Ministério da Educação, ao melhor livro de poesia publicado em 1982 e recebido em 1983, em Brasília.

É detentor de 54 outros prêmios literários.