Misérias poéticas de madrugadas insones

Receita de inverno a quem Amo Amei Amarei deixo inscrito, em palavra viva, este meu Amor que é tanto um quanto inquietante tão quente quão simples bem terno especial para o inverno.

Leia Mais
Crontos, cônicas e afinsGeral

O testemunho – Ajeita a luz, Silveira. Isso… Pronto! Testemunho 22, take 1. Gravando. – Sim, meu nome é Mário de Souza Bittencourt, ex-ator de televisão. Tenho 26 anos. É… eu atuei naquela novela, sim. Falar sobre minha vida? Desde pequeno tenho manias, vícios. Lembro-me quando ficava o dia inteiro

Leia Mais
(des)levezas

De bombeiros piromaníacos e a exploração midiática da violência[1] Segunda-feira, 25 de setembro de 2017, TV ligada em canal aberto, apenas para que algum barulho embalasse a espera pelo almoço. De repente, uma notícia ilustrada por imagens de uma câmera de segurança chama a atenção: na tela, um homem bolina

Leia Mais
Crontos, cônicas e afins

O Time do Bairro[1] Quinique, eu, Valtinho, Pirica, Juninho e Dedé. No banco, Gaia, Cesário e Vovô. Esse era o escrete que defendia as cores de um pequeno bairro, erguido para abrigar os operários de uma siderúrgica francesa que se instalou na primeira metade do século passado em uma cidade

Leia Mais
Relicário

Moro e o sonho de Ícaro Quem nunca sonhou voar?             Qual criança não pediu asas a seus pais?             O sonho de ir mais alto, de ver o mundo de cima, de estar em posição superior, desde sempre esteve presente na história da humanidade.             Na mitologia grega, havia

Leia Mais
Misérias poéticas de madrugadas insones

Alfaiatarias e texturas II Frágil sujeito… Coagido a se fazer remendão e, com o fio da palavra, coser e recoser a borda de seus ocos.

Leia Mais
(des)levezasGeral

Me engana que eu gosto I[1] “Você acha que os fins justificam os meios, por mais abjetos que sejam. Eu lhe digo: O fim é o meio pelo qual você o atinge. O passo de hoje é a vida de amanhã. Fins grandiosos não podem ser alcançados por meios torpes.

Leia Mais
Misérias poéticas de madrugadas insones

De saudades e outros vícios lusófonos I Saudade é palavra que não cabe em si.Nem em mim…

Leia Mais
(des)levezasGeral

Atrás de novos nomes, velhas práticas: a nossa (Neo)Bananeiras de hoje e de sempre Bananeiras, outono de 1920. Após três anos em verdadeiro estado de perfectibilização de um golpe midiático-jurídico-parlamentar, em análise retrospectiva, podemos arriscar uma explicação resumida do que se passa e se passou neste país que insiste em

Leia Mais