Relicário

Parte Três – Pi Ulia Necras Sibéria, 13 de dezembro de 2060. Andreiev Melochenko[1] Duas semanas depois daquela noite de pouca excitação, os americanos seguiam em ritmo militar pela trilha. A formação emudecida seguia em marcha pelo íngreme terreno. Mr. More quebrava o silêncio quando reclamava das rochas que se

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Parte Um – O Monte Roraima Sibéria, 13 de dezembro de 2060. Andreiev Melochenko[1] Os quatro paraquedistas realizaram um salto noturno. O pouso ocorreu sem alterações, apesar da pouca visibilidade provocada pela neblina. A dificuldade do SLOp noturno denota uma ação executada por profissionais experientes. Os velames foram recolhidos e

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Parte Dois – O Outro Monte Sibéria, 13 de dezembro de 2060. Andreiev Melochenko[1] Era um tradicional domingo carioca. Praia e sol arrefeciam os anos de chumbo. Dois ébrios torcedores flamenguistas discutiam o potente chute do ‘nove’ Cláudio Adão e o pênalti cobrado por Tita, ambos defendidos pelo goleiro Mazzaropi

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Parte Zero – A Verdade Por Trás Da Verdade Sibéria, 13 de dezembro de 2060. Por Andreiev Melochenko[1] As informações coletadas foram obtidas depois do ajuizamento de inúmeras ações por intermédio da Freedom Of Information Act, o que permitiu o livre acesso a diversos relatórios confidenciais classificados como ultrassecretos, ainda

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Robert de Andrade

Segunda-feira Segunda-feira é sempre uma merda Mesmo que eu fique rico Que me apaixone Que seja promovido. Segunda-feira será sempre uma merda Mesmo que tudo dê certo Que me cure das moléstias Que seja absolvido. Segunda-feira será sempre uma merda Mesmo que o meu time vença Que meu projeto seja

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Morangos silvestres Por Robert de Andrade Eu pedi Você ficou de pensar Do lado de cá Também me peguei a pensar: Será que ela vai topar? Espero sentado Na confortável cadeira de vime Que eu mesmo restaurei Cuidado por Deus E vigiado pelo diabo, Comendo morangos silvestres Colhidos por Bergman

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Relicário

Tenho vergonha Por Antonio Augusto Korsack Filho Vergonha de ser brasileiro, sim, em um momento histórico como esse que estamos vivendo em pleno ano de 2019. É tempo de solidificação de direitos, de respeito à diversidade, de atenção à ciência e à pesquisa, de tolerância, luta pela salvação do nosso

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Relicário

A desumanidade do sarcasmo Por Andrey Régis Melo Nos últimos três anos, período de dedicação ao tribunal do júri, aprendi que cada criminoso possui uma singular história. Conheci o pai que matou para defender a filha; o guri que matou sob o comando do chefe da organização criminosa, o policial

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Sem lastro Robert de Andrade Vivemos num tempo em que defender o coletivo se tornou coisa de comunista. A carapuça de comunista não me pesa, pois defender o bem comum é só uma questão de sensatez, o mesmo valendo para os direitos humanos, dos quais faço uso e prezo. Tenho

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Robert de Andrade

Vivemos num tempo em que defender o coletivo se tornou coisa de comunista. A carapuça de comunista não me pesa, pois defender o bem comum é só uma questão de sensatez, o mesmo valendo para os direitos humanos, dos quais faço uso e prezo. Tenho uma queda pelos espaços públicos

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