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Robert de Andrade

Robert de Andrade

Com o avanço da nanotecnologia e a novas descobertas na física quântica o homem passou a se sentir ameaçado, o maior medo era de que o computador substituísse o ser humano. Aos poucos a ficção científica parecia estar deixando de ser ficção. A tecnologia sempre recorreu às ciências naturais, o

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Robert de Andrade

O conto “A compaheirinha” foi (im)publicado no livro “Sombras” da Editora Ideias Bizarras, em 2007. Agora ele acaba de ser traduzido para o espanhol, por Raquel Rezende. Confira abaixo a tradução e o original. Traducción: “La compañerita” “Mi compañerita se va.” Sólo sé de esto porque estoy leyendo esa frase

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Robert de Andrade

Meu pai me ensinou a trovejar Na hora certa pros demais engolir o choro Pra saber o motivo válido das coisas a reclamar Pois bom da vida é como ouro Tipo aquelas tardes que o sol pousa nas costas do mar Enquanto a maldade é querela que se sente no

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Robert de Andrade

Eu devia era me perder na vontade de ter o tempo todo, mas de quando em quando sou tomado por um desejo de desvendar o que me faz te buscar em tudo, a todo instante. A distância me causa a estranha impressão de te possuir, não como alguém que aguarda

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Robert de Andrade

Os super-heróis me ajudaram a entender que meus atos jamais teriam a magnanimidade necessária para salvar a humanidade do “mal”, ou seja, eu não vou conseguir mudar o mundo. Não o mudei, no entanto não deixei de tentar. Mais tarde, depois de matar o super-homem e o homem-aranha, voltei a

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Robert de Andrade

Um amigo me disse que a cena mais bizarra de Pink Flamingos “é aquela transa no meio das galinhas”. Minha mulher diz que a transa bestial não é nada perto da “dança do cu”. O vendedor de ovos, o aniversário de Divine, a antropofagia grupal… Não adianta tentar encontrar a

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Robert de Andrade

A matéria do sonho pode ser sentida, tocada ou até mesmo trazida para nossa suposta realidade. No entanto, o domínio sobre este campo da abstração requer uma longa jornada; deve-se ter uma vida miserável ou, no mínimo, monótona, a ponto de rejeitar a vida repetitiva que incide sobre nós quando

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