Banalidade do mal*: “big-brother”

 Eu tinha apenas 11 anos, naquele tempo, ficavam em torno do Parque Municipal (B. Horizonte-MG), ‘camelôs’ vendendo coxinhas, churrasquinhos de carne, linguiça… e outras coisas. Seguidamente, apareciam por lá, os Fiscais da Prefeitura e até viaturas da Polícia Militar. Às vezes tinham agressões físicas por parte das autoridades. Lembro-me que numa dessas... Leia Mais

Passinho novo/Tempos modernos

      Cal,    Recebí o convite para sua festa de… não precisa falar a idade, né? Mas exijo que a festa seja regida ao som de “diskoteca”, anos 70′s, o tempo inteiro. Recebí um site com quase todas as músicas daquela época e estou me esbaldando, inclusive, tô com um passinho novo, que só cê vendo!    É assim:    Abro os braços igual... Leia Mais

Ingratidão

     Vendi meu Chevete 78, sonho de juventude, para financiar o princípio de sua carreira. Morávamos num distrito de Muzambinho, onde nascemos, nos conhecemos ainda criança e começamos a namorar. Ela desejava muito, e eu por amor e admiração, não medí esforços para incentivá-la, queria que ela tentasse a carreira. Ela comprou a passagem e se foi.   Foi para o Canadá,... Leia Mais

Hortifrutigranjeiro

    Perdoem-me, mas alguns leitores devem ficar decepcionados com o teor desse texto, porque o texto não tem nada a ver com o título. “Crônica de uma morte anunciada”, taí, todos já sabem, logo no começo, que o título não se trata do assunto. Tem a ver com algo que uma amiga disse-me há poucos dias. Ela falou que não se lembrava de mais nada do que aprendeu... Leia Mais

No mato… sem cachorro

  Céline Dion disse:  – Basta! marcou a data de nosso casamento: dezembro. Disse que de dezembro não passa. Já tem data e local. Segundo ela, será uma cerimônia simples, num de seus castelos na Austrália. Somente alguns amigos intimos, a família dela e a minha. No máximo trinta pessoas e um jantar de cento e vinte talheres.   Santo Deus! Estou perdido! Só uma centopéia... Leia Mais

Eu já fui internet

   Há exatos 34 anos, desempenhei a profissão mais interessante de minha vida: era office-boy. Trabalhava justamente num escritório de contabilidade, na rua da Bahia, nº 570, ed. Alcazar, 10º andar, sala 1010, bem no centro de Belo Horizonte. Era por essa época, que me dirigia, quase que diariamente, ao prédio da prefeitura, levando comigo uns “cartõezinhos brancos”... Leia Mais

Foi assim…

          Bem, “…eu num sei, só sei que foi assim…”           Parte de um segmento da sociedade mineira resolveu promover um mega evento, sem motivo, na zona nobre da periferia de Belo Horizonte.           Sem citar nomes, para não gerar possíveis processos futuros, segue um relato fiel dos sucessivos episódios que marcaram o evento.... Leia Mais

A Adega…

Caeté, pequena cidade histórica localizada a 60 km de BH, tem um povo simpático e muitos casos e histórias. Alguns hilariantes, outros, interessantes. Um bem curtinho, refere-se a um bar que em certa época, fazia o maior sucesso na cidade. Ponto certo e passagem obrigatória de nove entre dez jovens – e adultos também –, nos finais de semana da cidade. Seu nome, Adega... Leia Mais

Cartão atrasado

  Antes que eu me perca no labirinto do tempo, Tentando criar um sistema diferente do convencional, Onde ele (o tempo) não é importante, mas apenas um detalhe Que não possa determinar ao certo quando foi, Por que pode ter sido em qualquer parte do tempo… Antes que eu deixe esse tempo convencional passar E acabe perdendo as coisas e, principalmente, As pessoas que mais... Leia Mais

tão brasileira magia

_ Vivemos na terra, no país das artes mágicas, e o senhor se recusa a acreditar em magia!* Meu amigo, o senhor está na cidade e não vê as casas. _ Como assim?   _ Creia que há magias a cada canto; olhe: como é que empregados públicos, e homens de todas profissões** e condições vivem, ganhando cinco, e gastando cinquenta em cada ano? Só por magia. Como é que um pobre,... Leia Mais